sábado, 27 de agosto de 2011

Movimento cristão pela virgindade lidera Twitter


      http://adalagoas.com.br/blogs/?vArea=&vCod=20 em 05 de julho de 2011

O movimento pró-matrimônio e pela virgindade antes até o casamento “Eu Escolhi Esperar” está cada vez mais difuso nas redes sociais. Quando conectei minha senha no Twitter, na manhã desta terça-feira (5), tive a grata surpresa de observar que o tema “#escolhiesperaremdeus” liderava nos posts dos twitteiros de plantão.

E os comentários eram os mais diferentes possíveis para este tema: “Quando #escolhiesperaremDeus, fiquei esperando, quando #escolhichamarporDeus, Ele veio me ajudar. Quem sabe faz a hora, não espera acontecer”, foi o que disse Lina Mendes.
Já o baterista Ályson Ladislau escreveu: “Deus não escolhe os Capacitados. Deus Capacita os escolhidos! Por isso eu #escolhiEsperaremDeus e caminhar em sua direção, renegando o mundo”.
E muitos outros twetts foram postados com este tema, notabilizando este assunto entre os mais comentados da manhã.
O movimento “Eu Escolhi Esperar” se trata de uma ONG sediada em Vitória/ES e tem caráter ministerial. Não é uma congregação local, não oferece pastoreio e não tem fins políticos ou denominacionais. Visa cooperar com o Corpo de Cristo na cidade colaborando com as ações estratégicas que o Espírito Santo tem dado a igreja na cidade em nossos dias. Ele é formado por um grupo de pastores, de diferentes congregações e conta com o apoio de diversos pastores, igrejas e ministérios na nossa cidade.
Eles divulgaram que pretendem “fortalecer, encorajar, apoiar e dar suporte aqueles que abraçaram a vontade de Deus para suas vidas e decidiram “esperar no Senhor” o tempo certo, a pessoa certa e a forma certa para os relacionamentos. Visa ainda promover a cultura do Reino de Deus para os relacionamentos, principalmente entre os solteiros. Desconstruindo sofismas e restabelecendo os valores bíblicos para os filhos de Deus.
Dizem ainda que “Eu Escolhi Esperar“ é muito mais que um movimento pró-castidade. Eles dizem que ampliam o assunto além da virgindade. Trata a importância de se viver uma vida sexual e emocional de forma pura e santa. O movimento acredita que assim a virgindade deixa der ser o foco e torna-se a consequência na vida daqueles que buscam santidade

Psicóloga cristã desvenda os manipuladores do Evangelho em livro - 26 de julho de 2011 às 02h40


Livro foi lançado recentemente na Expocristo
Livro foi lançado recentemente na Expocristo
É o terceiro trabalho de Marisa Lobo
Marisa Lobo, cristã, psicóloga, pós-graduada em saúde mental, especialista em transtornos psicológicos e idealizadora da Expocristo, acaba de lançar seu terceiro livro: Psicopatas da Fé. Prefaciado pelo senador Magno Malta, a obra trata a situação real degradante de muitos líderes espirituais de igrejas que se denominam cristãs, pastores, padres, homens que usam seu pseudo poder espiritual para sub-julgarem seus membros, usam seu poder de manipulação, com ameaças espirituais, para manterem sob sua vigilância seus seguidores, mantendo-os sob regime de escravidão espiritual, impedindo seu crescimento, pois crescer significa estar em conhecimento acima deles, ou simplesmente reconhecer que muito do que dizem é puro embuste engano é manipulação do evangelho de Jesus que não poderia de forma alguma ser mudado. Homens que não são cristãos más que usam a fé de muitos para aplicarem golpes, pequenos, médios, grandes e se escondem atrás de um título que muitas vezes foi adquirida ilicitamente e ou com manipulação da própria liderança.
Para Marisa, os escândalos que acompanhamos ultimamente entre os líderes evangélicos é uma prova concreta da manipulação perigosa e demoníaca. “O que presenciamos atualmente é uma tentativa de manipular a inteligência humana e divina, pois Deus nunca escondeu os escândalos cometidos pelos seus profetas, pelos seus escolhidos e muito menos deixou passar impunes seus erros. Deus nunca foi omisso, e a omissão é uma forma de “psicopatia eclesiástica”, uma forma de manipulação da palavra de Deus. Se é vontade de Deus, é justo, é bom agradável é ético, se contra a vontade de Deus causa escândalo, fere, oprime, traumatiza, e deve ser revelado”, explica.
Lançado e distribuído pela Editora Asas, Psicopatas da Fé tem a proposta de chamar a atenção para fatos que realmente estão acontecendo no meio evangélico abordando, tanto o lado emocional como o caráter de alguns líderes que se dizem ungidos e cristãos. “Não podemos mais nos omitir, colocar a sujeira embaixo do tapete. O mal só pode triunfar se os homens de bem cruzarem os braços, se os verdadeiros profetas se manifestarem a favor dos líderes de boa índole e da transparência em suas igrejas e lutar pela prática incondicional da Ética Cristã e contra os desmandos dos falsos profetas que sempre existiram, e continuam a existir (o que nos causa pesar) poderemos enfim continuar a sonhar com um mundo justo, com verdade sem hipocrisia como é o evangelho de Jesus Cristo”, finaliza a autora.

Mulher, alvo da violência - por Elízia Araújo, em 21 de julho de 2010

Este texto nos leva a refletir sobre a violência generalizada, mais especificamente no seio da família, onde todos os comportamentos tem sua origem. O ser humano, criado imagem e semelhança de Deus, tem a cada dia tentado se emancipar de seu criador, como um filho rebelde que se distancia do pai, abandonando todos os princípios aprendidos dentro do lar. Elizelda Araújo

O caso de Eliza Samudio nos faz refletir qual a causa de tanta violência e crueldade? O que leva alguém a agir desta forma? Qual o motivo de tantas atitudes desumanas? Um emaranhado de incógnitas surge diante de tal fato: família, fama, dinheiro, conflitos, violência, vingança, morte. Outra vez, nós brasileiros, estamos diante de mais um ato de violência contra a mulher, com repercussão nos jornais nacionais e internacionais. Além de notícias de pedofilia, tráfico de drogas, corrupção política ou enchentes, surge um fato que chocou os próprios policiais que lutam diariamente para desvendar fatos misteriosos e levar ao banco dos réus o culpado culminando num veredito final.
Neste fato podemos destacar três personagens principais:
- Bruno, menino de origem pobre, abandonado pelos pais, que se destaca no futebol e consegue galgar a fama, tornando-se um ídolo, como muitos outros que saíram da periferia para as áreas nobres das grandes cidades. Adquire bens materiais, mansões, carros importados, amigos, dinheiro, mulheres, e imerso em tantos bens, não consegue administrá-los ou mesmo investir em algo que o dignificasse ou viesse a amenizar a situação do próximo.

- Eliza Samudio, resultado de uma família desestruturada, pais separados, sem relacionamento, não mostrando interesse durante a gestação da filha que não continuou na residência do pai e tampouco procurou a mãe que, segundo informações nos telejornais, havia seis anos que as duas não tinham contato, procurou abrigo na casa de uma amiga onde encontrou apoio moral, colo e atenção.

- A criança, o início e o fim de todo esse fato macabro! O filho é a peça central de todo esse quebra-cabeça, a causa, "o culpado". Se não houvesse a gravidez, nada disso teria acontecido! Ou teria? Tudo girou em torno da luta pelo "reconhecimento da paternidade". Quem sabe o desejo de Eliza era dar ao filho uma paternidade digna, reconhecimento, que ela nunca teve e de todas as formas buscava esse reconhecimento pessoal, essa paternidade, no glamour das passarelas do mundo fashion, ou indiretamente, nos aplausos enlouquecidos e histéricos dos torcedores nas arquibancadas dos mega estádios gritando o nome de um ídolo de futebol. A criança surgiu no contexto social de um mundo capitalista, onde se é valorizado pelos bens materiais e não pelo que o indivíduo é. Onde o lucro é o troféu erguido no pódio, a despeito dos derrotados, dos que sofrem, passam fome, abandono, abuso sexual, sem-teto, sem-amor, sem-escola, sem tudo. Os desfavorecidos, que se encontram à margem da sociedade, sem expectativa de vida, vítimas de crimes hediondos, abuso, exploração. Fatos que estremecem nossa estrutura e joga o Brasil de goleada na mídia internacional. Que importa?

Assim, persiste em nossa mente a pergunta? Por que tudo isso? Por que tanto ódio, tanta crueldade? Vocábulos como; desossar, concretar, esquartejar, até então, quase desconhecidos ou pouco utilizados na nossa língua portuguesa, referindo-se a atos praticados contra o ser humano. 
A mulher e a sua semente, a criança, tem sido as maiores vítimas da violência. Qual a origem de tanto ódio contra esses dois seres que simbolizam tanta ternura? Reportando-nos ao início da raça humana, percebe-se que a mulher se destacou na contribuição da história da redenção, conforme Gênesis 3.15 "E porei inimizade entre ti (a serpente) e a mulher e entre a tua semente (Satanás) e a sua semente (Jesus); esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar". ARC., Ainda em Isaías 7.14, Deus promete que Cristo nasceria de uma mulher; "Portanto, o mesmo Senhor vos dará um sinal: eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel". Em Mateus 1.22-23, dá-se o cumprimento dessa profecia: "Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta, que diz:, Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de EMANUEL". (Que traduzido é: Deus conosco). A mulher trouxe uma criança-Rei ao mundo que abalou a estrutura do "império do mau", para reconciliar o homem à Deus, como diz 2 Coríntios 5.19; "Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados, e pôs em nós a palavra da reconciliação".
No Livro "Uma criança os guiará" numa entrevista com Ariovaldo Ramos, ele diz que Satanás tem feito da mulher o alvo de sua vingança: 
Conquistou os homens, para se transformarem no terror das mulheres em todas as raças e culturas, e até mesmo dentro do cristianismo. Agem assim sem entender que é nelas que está a esperança. Enquanto Deus mantiver a fertilidade feminina, haverá esperança para a humanidade. 
Uma criança vai ressurgir e nos libertar. Todas as vezes que vemos uma mulher grávida, é como se Deus estivesse dizendo: "Valeu a pena investir na humanidade. Eu ainda mantenho na mulher o espírito da maternidade, o desejo de ser mãe". Enquanto esse desejo resistir nelas, Deus ainda 
investirá na humanidade.
Analisando-se a constante violência contra a mulher do ponto de vista teológico, temos uma resposta para tantas interrogações que não tem encontrado eco. Satanás é o príncipe deste mundo e ele veio para matar roubar e destruir, mas Jesus veio para que pudéssemos ter uma vida plena. Desde a queda do primeiro homem houve uma ruptura no seu relacionamento com o Pai e muitos por falta de conhecimento, buscam preencher esse vazio da paternidade com as glórias efêmeras deste mundo e por mais que obtenham recursos, aquele vazio vai estar sempre lá, porque só Deus pode preenchê-lo.

Portanto, busque o reconhecimento da paternidade divina, ele jamais vai te dizer; não, eu não sou teu Pai e sim "este é o meu filho amado, eu tenho muito prazer nele"! 
Devemos refletir sobre nosso papel, como igreja, diante da violência que permeia a nossa sociedade. O que podemos fazer? Iremos continuar como meros espectadores? A Bíblia diz que nós somos a luz do mundo e o sal da terra. Mas se o mundo está podre, o que está acontecendo? Temos nos colocado diante de Deus como intercessores por um mundo que clama por Salvação? Ou também estamos buscando fama, enquanto o mundo caminha para o abismo?
Sigamos o exemplo de Jeremias: "Embora os nossos pecados nos acusem, age por amor do teu nome, ó Senhor" Jr 14.7, pois como disse Jim Elliot, "Deus ainda está no trono e o homem ainda está no seu estrado, entre os dois há a distância de um joelho".
O caso de Eliza Samudio nos faz refletir qual a causa de tanta violência e crueldade? O que leva alguém a agir desta forma? Qual o motivo de tantas atitudes desumanas? Um emaranhado de incógnitas surge diante de tal fato: família, fama, dinheiro, conflitos, violência, vingança, morte. Outra vez, nós brasileiros, estamos diante de mais um ato de violência contra a mulher, com repercussão nos jornais nacionais e internacionais. Além de notícias de pedofilia, tráfico de drogas, corrupção política ou enchentes, surge um fato que chocou os próprios policiais que lutam diariamente para desvendar fatos misteriosos e levar ao banco dos réus o culpado culminando num veredito final.
Neste fato podemos destacar três personagens principais:
- Bruno, menino de origem pobre, abandonado pelos pais, que se destaca no futebol e consegue galgar a fama, tornando-se um ídolo, como muitos outros que saíram da periferia para as áreas nobres das grandes cidades. Adquire bens materiais, mansões, carros importados, amigos, dinheiro, mulheres, e imerso em tantos bens, não consegue administrá-los ou mesmo investir em algo que o dignificasse ou viesse a amenizar a situação do próximo.

- Eliza Samudio, resultado de uma família desestruturada, pais separados, sem relacionamento, não mostrando interesse durante a gestação da filha que não continuou na residência do pai e tampouco procurou a mãe que, segundo informações nos telejornais, havia seis anos que as duas não tinham contato, procurou abrigo na casa de uma amiga onde encontrou apoio moral, colo e atenção.

- A criança, o início e o fim de todo esse fato macabro! O filho é a peça central de todo esse quebra-cabeça, a causa, "o culpado". Se não houvesse a gravidez, nada disso teria acontecido! Ou teria? Tudo girou em torno da luta pelo "reconhecimento da paternidade". Quem sabe o desejo de Eliza era dar ao filho uma paternidade digna, reconhecimento, que ela nunca teve e de todas as formas buscava esse reconhecimento pessoal, essa paternidade, no glamour das passarelas do mundo fashion, ou indiretamente, nos aplausos enlouquecidos e histéricos dos torcedores nas arquibancadas dos mega estádios gritando o nome de um ídolo de futebol. A criança surgiu no contexto social de um mundo capitalista, onde se é valorizado pelos bens materiais e não pelo que o indivíduo é. Onde o lucro é o troféu erguido no pódio, a despeito dos derrotados, dos que sofrem, passam fome, abandono, abuso sexual, sem-teto, sem-amor, sem-escola, sem tudo. Os desfavorecidos, que se encontram à margem da sociedade, sem expectativa de vida, vítimas de crimes hediondos, abuso, exploração. Fatos que estremecem nossa estrutura e joga o Brasil de goleada na mídia internacional. Que importa?

Assim, persiste em nossa mente a pergunta? Por que tudo isso? Por que tanto ódio, tanta crueldade? Vocábulos como; desossar, concretar, esquartejar, até então, quase desconhecidos ou pouco utilizados na nossa língua portuguesa, referindo-se a atos praticados contra o ser humano. 
A mulher e a sua semente, a criança, tem sido as maiores vítimas da violência. Qual a origem de tanto ódio contra esses dois seres que simbolizam tanta ternura? Reportando-nos ao início da raça humana, percebe-se que a mulher se destacou na contribuição da história da redenção, conforme Gênesis 3.15 "E porei inimizade entre ti (a serpente) e a mulher e entre a tua semente (Satanás) e a sua semente (Jesus); esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar". ARC., Ainda em Isaías 7.14, Deus promete que Cristo nasceria de uma mulher; "Portanto, o mesmo Senhor vos dará um sinal: eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel". Em Mateus 1.22-23, dá-se o cumprimento dessa profecia: "Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta, que diz:, Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de EMANUEL". (Que traduzido é: Deus conosco). A mulher trouxe uma criança-Rei ao mundo que abalou a estrutura do "império do mau", para reconciliar o homem à Deus, como diz 2 Coríntios 5.19; "Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados, e pôs em nós a palavra da reconciliação".
No Livro "Uma criança os guiará" numa entrevista com Ariovaldo Ramos, ele diz que Satanás tem feito da mulher o alvo de sua vingança: 
Conquistou os homens, para se transformarem no terror das mulheres em todas as raças e culturas, e até mesmo dentro do cristianismo. Agem assim sem entender que é nelas que está a esperança. Enquanto Deus mantiver a fertilidade feminina, haverá esperança para a humanidade. 
Uma criança vai ressurgir e nos libertar. Todas as vezes que vemos uma mulher grávida, é como se Deus estivesse dizendo: "Valeu a pena investir na humanidade. Eu ainda mantenho na mulher o espírito da maternidade, o desejo de ser mãe". Enquanto esse desejo resistir nelas, Deus ainda 
investirá na humanidade.
Analisando-se a constante violência contra a mulher do ponto de vista teológico, temos uma resposta para tantas interrogações que não tem encontrado eco. Satanás é o príncipe deste mundo e ele veio para matar roubar e destruir, mas Jesus veio para que pudéssemos ter uma vida plena. Desde a queda do primeiro homem houve uma ruptura no seu relacionamento com o Pai e muitos por falta de conhecimento, buscam preencher esse vazio da paternidade com as glórias efêmeras deste mundo e por mais que obtenham recursos, aquele vazio vai estar sempre lá, porque só Deus pode preenchê-lo.

Portanto, busque o reconhecimento da paternidade divina, ele jamais vai te dizer; não, eu não sou teu Pai e sim "este é o meu filho amado, eu tenho muito prazer nele"! 
Devemos refletir sobre nosso papel, como igreja, diante da violência que permeia a nossa sociedade. O que podemos fazer? Iremos continuar como meros espectadores? A Bíblia diz que nós somos a luz do mundo e o sal da terra. Mas se o mundo está podre, o que está acontecendo? Temos nos colocado diante de Deus como intercessores por um mundo que clama por Salvação? Ou também estamos buscando fama, enquanto o mundo caminha para o abismo?
Sigamos o exemplo de Jeremias: "Embora os nossos pecados nos acusem, age por amor do teu nome, ó Senhor" Jr 14.7, pois como disse Jim Elliot, "Deus ainda está no trono e o homem ainda está no seu estrado, entre os dois há a distância de um joelho".