terça-feira, 14 de maio de 2013

AVE MARIA... ROGAI POR NÓS...




A QUEM VOCÊ DIRIGE SUAS PRECES?

NÃO CONCORDO com o desrespeito e os xingamentos que algumas pessoas falam e postam em nome de Deus e de uma religião, mas com todo o respeito quero apresentar um questionamento:

- Os católicos dizem que não adoram imagens, mas o que é adorar?

- É se prostrar ou curvar diante de alguém, ou dirigir orações louvores e preces a alguém que se acredita ter o poder de receber esta adoração e atender estas preces.

A Ave Maria,então, é o quê? Os católicos pedem: Santa Maria Mãe de Deus, rogai por nós pecadores... fazendo de Maria uma mediadora entre Deus e o homem.

Mas, o que diz a Bíblia? Examine você mesmo, as referências bíblicas a seguir. Leia na Bíblia.(Lucas 1:46-49; I Timóteo 2:5), (João 14:6; Atos 4:12).

Então Maria disse em Lucas 1.46-49 ...Deus o meu Salvador.

Quem precisa de salvador? Não é o pecador? Todos nós somos descendentes de Adão e Eva e todos somos pecadores. Por isto em sua humildade, Maria reconheceu em Jesus, o seu Salvador. E se, de onde estar, ela pudesse nos dizer alguma coisa, diria: Fazei tudo o que Ele vos disser, conforme sua Palavra no Evangelho Segundo João 2.5.

Que o amor, a misericórdia e graça de Deus possa dominar nossos corações e mentes para ler e entender Sua Palavra e colocar em prática, tendo a Jesus Cristo como o único Senhor e Salvador  e para respeitar e amar os que pensam e creem diferente.

A imagem acima foi copiada do seguinte endereço:
http://www.maishoroscopo.com.br/horoscopo/wp-content/uploads/2011/06/rezando-ave-maria.jpg

sábado, 5 de maio de 2012

Monte Sinai x Monte Calvário

Muito interessante a abordagem do blogueiro Gilson Medeiros sobre Lei e Graça. Ele segue a mesma linha do Pr Alejandro Bullón.
Todo salvo passa pela Lei antes de conhecer a Graça. A Lei nos serviu de "aio" para nos conduzir à Graça e esta nos dá poder sobre o pecado, não concede direito de permanecer pecando. Cristo cumpriu toda a Lei para nos admitir à Graça. Porque por meio de Cristo Jesus a Lei do Espírito de Vida me libertou da Lei do pecado e da morte. Rm 8.2
 



Eu tive a alegria de morar por 2 anos e meio na bela e acolhedora cidade de João Pessoa, capital da Paraíba. Naquele período, frequentei com minha família a IASD do bairro dos Bancários, formada por pessoas maravilhosas, e que se tornaram verdadeiros "amigos mais chegados que irmãos" para nós. Lembro-me de certa ocasião, durante uma semana de orações, na qual o Pr. Jonny Franklin (um homem de Deus, que promoveu um bonito reavivamento entre a juventude local), fez menção a um antigo sermão do Pr. Bullón, o qual faz uma comparação entre dois montes: SINAI e CALVÁRIO. A análise é feita com base em uma concepção equivocada (e ultrapassada) que alguns ainda têm com relação à salvação.

Eu, inclusive, já tive oportunidade de escrever aqui algumas vezes sobre este mesmo assunto, e hoje, resolvi trazê-lo novamente à tona, afinal "água mole em pedra dura, tanto bate até que fura" (rsrs).

Existem 2 extremos na vida religiosa para os quais um cristão não deve se voltar:

1º) Legalismo - crença de que as nossas obras terão algum mérito para a salvação.

2º) Libertinagem (ou graça "barata") - crença de que a salvação é unicamente um ato de Deus no homem, e que não há necessidade de nenhuma mudança de vida para o "crente". Basta "amar" a Deus, e pronto! (cf. Judas 4).

Devido à nossa forte compreensão da importante relação entre fé e obediência (cf. Tiago 2:17), sabemos que esta "graça barata", muito pregada em algumas grandes igrejas da atualidade, não é bem-vista aos olhos de Deus. Afinal, a Bíblia é muito clara em dizer que o crente verdadeiramente "salvo" desenvolverá uma evidente mudança de vida e de atitudes para com as depravações e vaidades deste miserável mundo de pecado (cf. 2Cor. 5:17; Gál. 5:19-25; etc.). Porém, como Adventistas, infelizmente, temos uma forte tendência para o primeiro extremo - o LEGALISMO. E o que vem a ser esta "ideologia religiosa"?

Monte Sinai

Como muito bem lembrou o Pr. Jonny (relembrando as afirmações do Pr. Bullón), o povo de Deus que saiu do Egito passou muito tempo como escravo de Faraó. Foram cerca de 400 anos de muita miséria, injustiça, humilhação, fome, sede...

No Sinai, o Senhor precisou Se revelar de forma impressionante (cf. Êx. 19). Ao final deste período de trovões, relâmpagos, etc., o povo recebeu as Leis que deveriam guiá-lo durante a estada na Nova Terra. Muitas leis menores e regras de convívio social foram também criadas para disciplinarem a vida do povo de Deus, recém-libertado da escravidão.

Alguns se apegaram tanto à "letra" da Lei (esquecendo seu "espírito"), que passaram a desenvolver o pensamento de que deveriam "fazer coisas" para agradarem ao Deus do Sinai. Ou seja, Deus era tão severo e poderoso que somente um estilo de vida irrepreensível e perfeito os poderia habilitar a permanecerem recebendo as bênçãos e proteção do Senhor.

Monte Calvário

A maneira como Deus Se revelou no Calvário foi muito diferente à revelação do Sinai. Lá, no deserto, Deus estabeleceu regras e leis de conduta. Aqui, em Jerusalém, o Senhor libertou definitivamente Seu povo da escravidão do pecado, através de um sacrifício santo, imaculado e espontâneo de Si mesmo.
Não é que o Deus do AT seja diferente do Deus do NT (como alguns chegam a pensar). Mas a maneira como Ele Se fez conhecer foi diferente, pois no Calvário o Senhor mostrou que Sua justiça anda lado a lado com Sua misericórdia e perdão.

Se antes a imagem que o povo tinha de Deus estava muito impregnada de ira, justiça punitiva, juízo, etc.; agora esta imagem se converteu em amor, bondade, paciência... perdão libertador.

Nosso Monte

O problema é que alguns ainda continuam vivendo sob a imagem do MONTE SINAI, e não conseguiram compreender o efeito libertador que o MONTE CALVÁRIO trouxe para nossa vida.

Vejo muitos irmãos e irmãs que têm uma experiência religiosa amarga e sem vida. E o motivo disso é exatamente porque ainda vivem sob a influência do legalismo. Pensam que precisam cumprir regras (ou "fazer coisas") para que o Senhor os ame e perdoe. Estas pessoas acreditam que Deus só está interessado nelas quando estiverem cumprindo suas "obrigações" religiosas: guardar os mandamentos (o sábado é um fardo para muitos); não comer isso ou aquilo; não usar essa roupa ou aquela; frequentar a igreja semanalmente; devolver o dízimo com precisão (cf. Mat. 23:23); não frequentar determinados lugares; não... não... não... E a vida acaba por se tornar um angustiante "pode" ou "não pode".

- Onde fica a certeza da salvação em Cristo? (muitos não têm esta certeza);

- Onde fica o sentimento de ter sido perdoado e aceito por Deus? (o legalista só se sente assim quando não está cometendo algum pecado "mortal");

- Por que alguns não têm em seu rosto o brilho da alegria que a salvação transmite ao crente em Jesus? (o "alegrai-vos" que Paulo tanto fala é desconhecido para estas pessoas);

Segundo o Pr. Bullón, estas pessoas ainda não saíram do SINAI, e não descobriram ainda a Nova Aliança estabelecida no CALVÁRIO.

Como eu disse no início, há 2 extremos a serem evitados: LEGALISMO e LIBERTINAGEM. O Adventista equilibrado (ou "temperante"), não andará nos extremos, mas no meio. E como é isso?

1. Creia que Jesus te salvou e te libertou da condenação dos pecados (Rom. 8:1).

2. Esta salvação e libertação independem das obras próprias que você possa ou não realizar. A graça é TOTALMENTE gratuita (que redundância! rs), portanto, Deus dá ela para você... e ponto final.
3. Os pecados passados foram perdoados pelo Senhor, mesmo que a sociedade continue a tentar "jogá-los" diante de você. Lembra como Jesus tratou da mulher pecadora (cf. João 8)?
4. Não pense que Deus está com um chicote só esperando o momento de te repreender e castigar, quando alguma coisa não estiver andando bem.

5. Mesmo quando você estiver no lamaçal do pecado, vivendo uma vida de aparências ou rebeldia... mesmo assim o amor de Deus estará com você, e a porta da graça continuará aberta. Não hesite em entrar!

6. Basta que você peça, o braço poderoso o Senhor se apressará a levantar você novamente. Aquela história de que "minha oração não passa do teto" é um engano... Ela sempre chega ao Trono da Graça de Deus. Creia!

7. A partir do momento em que nos entregamos de coração a Deus, nossa vida passará por uma progressiva transformação... para melhor!
8. Os pecados outrora acariciados deixam de ter poder em nossa vida, e nós vamos nos moldando à vida de obediência que o Senhor espera de Seus filhos. Mas tudo é feito de forma natural, espontânea... não obedeço para me salvar... obedeço porque JÁ ESTOU SALVO.

9. Algumas lutas contra o pecado você enfrentará por toda a vida (cf. Rom. 7), mas isso não quer dizer que você está sendo derrotado(a)... apenas significa que deve continuar lutando. A vitória já está garantida!

Espero que o texto de hoje ajude você a encontrar paz e alegria na salvação que Jesus nos concede.


Saia do Sinai... e veja a beleza do Calvário.


Jesus está de braços abertos esperando por você.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Reflexões sobre a família "A feminização da família"

Ultimamente venho me questionando e pesquisando sobre os porquês da deterioração da família. Os grupos exóticos, como os emos, os homossexuais e outros, que existem em nossa sociedade, são sem dúvida, resultado desta deterioração. O lugar que deveria servir de apoio, carinho, aceitação, afirmação e etc., tem se tornado um "ninho vazio", pois os pais, correm de um lado para outro, em busca de "estabilidade financeira" para manter um "status sonhado" por cada um, restando os filhos, entregues a si e ao acaso.  Lendo Tito, cap 2, encontrei algumas respostas para minhas indagações e o texto a seguir traz uma visão cristã da situação. 

A feminização da família

Por: William O. Einwechter /Postado em:http://juliosevero.blogspot.com


O feminismo é um movimento radical. Como tal, ele atinge até as raízes do relacionamento entre homem e mulher, e busca alterar a estrutura social e institucional, que é percebida como conflitante com as ideias e objetivos do feminismo. Janet Richards declara que “O feminismo é em sua natureza radical... nós protestamos primeiramente contra as instituições sociais... se considerarmos o passado não há dúvida de que toda a estrutura social foi planejada para manter a mulher inteiramente sob a dominação do homem.”[1] Sendo uma ideologia radical, o objetivo do feminismo é a revolução. Gloria Steinem fala pelas feministas quando diz: “Pregamos uma revolução, não apenas uma reforma. É uma mudança mais profunda que qualquer outra.”[2] As feministas querem criar uma “nova sociedade” onde as condições restritivas sociais do passado sejam para sempre removidas.[3] Quão bem sucedidas as feministas foram em promover sua agenda de revolução social? Davidson diz: “Hoje, o feminismo é a ideologia de gênero da nossa sociedade. Desde as universidades até as escolas públicas, da mídia até as Forças Armadas, o feminismo decide as questões, determina os termos do debate, e intimida oponentes em potencial ao ponto de fazer com que todos fiquem em silêncio absoluto.”[4]

A instituição social que o feminismo tem mirado como uma das mais opressivas a mulher é a família tradicional. Por “família tradicional” queremos dizer a estrutura familiar desenvolvida na sociedade Ocidental, sob a influência direta do Cristianismo e a Bíblia. Na família tradicional, o homem é o cabeça do lar e o responsável por prover as coisas necessárias para o sustento da vida. A mulher é a “mantenedora do lar”, e sua principal responsabilidade é o cuidado com as crianças. A família tradicional assim definida é de acordo com o plano bíblico para o lar. As feministas odeiam a família que é padronizada de acordo com a Palavra de Deus porque é contrária a tudo que aceitam como verdade. Portanto, seu objetivo é a destruição total da família tradicional. A feminista Roxanne Deunbar disse claramente: “Em última análise, queremos destruir os três pilares da sociedade de classes e castas — a família, a propriedade privada, e o estado.”[5] As feministas buscam subverter a família tradicional, e no seu lugar almejam uma instituição social radicalmente diferente que seja moldada segundo o dogma feminista.

Quando consideramos a natureza radical do feminismo e da sua agenda para subverter a família que é estruturada segundo o modelo bíblico, seria sábio parar um pouco e refletir o quão bem sucedidas as feministas têm sido em remodelar a família de acordo com o seu próprio desígnio. O fato é que na sociedade ocidental o feminismo tem sido enormemente bem sucedido em destruir a família tradicional. A feminização da família já foi estabelecida! Por “feminização da família” queremos dizer o moldar da família de acordo com as crenças e objetivos do feminismo. Essa feminização ocorreu nos últimos trinta anos e com pouca oposição dos homens. Os homens sumiram amedrontados com as acusações feministas de sexismo, repressão, tirania e exploração, como um covarde fugiria diante de acusações de determinado inimigo em campo de batalha. Nada parece ter aterrorizado tanto os homens do que penetrantes e irados olhares e palavras das militantes feministas.

Agora, quando dizemos que a feminização da família já foi estabelecida, não queremos dizer que as feministas alcançaram totalmente seus objetivos em relação à família. Queremos dizer, no entanto, que uma revolução na vida da família por influência feminista e de acordo com a ideologia feminista já foi estabelecida na sociedade ocidental. Hoje, a instituição social da família está mais alinhada com a visão de Betty Friedan do que com os ensinamentos do apóstolo Paulo. Isso representa um triunfo (pelo menos parcial) da visão radical feminista de revolução social.

A feminização da família é observada em pelo menos seis áreas:

1. O casamento foi desestabilizado, e o divórcio está em crescimento.

A “demonização” feminista do casamento fez do divórcio algo “socialmente e psicologicamente aceitável, através da ideia de que é uma possível solução para uma instituição defeituosa e já em seu leito de morte.”[6] O ensinamento bíblico de que o casamento é uma instituição divina e pactual que une homem e mulher para o resto da vida através de um voto sagrado (Gen. 2:18-24; Mat. 19:3-9) foi repudiado pela sociedade moderna. O conceito bíblico foi substituído pela noção de que o casamento é uma mera instituição humana, e por isso imperfeita, e que o divórcio é uma forma aceitável de lidar com qualquer problema associado ao casamento.

2. A liderança masculina na família foi substituída por uma organização  “igualitária” onde marido e esposa “compartilham” as responsabilidades da liderança na família.

A ideia bíblica de que o homem é o cabeça da família (1 Cor. 11:3-12; Ef. 5:22-23) e senhor do seu lar (1 Pe. 3:5-6) é considerada pelas feministas algo tirânico e bárbaro, um vestígio do homem primitivo e sua habilidade de dominar fisicamente sua parceira. Nos nossos dias, a esmagadora maioria de tanto de homens quanto mulheres zombam da noção de que a esposa deve se submeter à autoridade do marido.

3. O papel do homem como provedor foi rejeitado, e introduzido um novo modelo de responsabilidade econômica compartilhada.

A visão da nossa era é que a mulher não tem menor responsabilidade do que o homem no dever de prover as necessidades financeiras da família. As feministas creem que o ensinamento bíblico de que o homem é o provedor da família (1 Tim. 5:9) é parte de uma conspiração masculina para manter as mulheres sob seu domínio por meio de medidas que as tornem economicamente dependentes dos homens.

4. A mulher como uma dona do lar de tempo integral é zombada, e a mulher que trabalha fora buscando realização e independência é agora a norma cultural.

O mandamento bíblico para que a mulher seja “dona do lar” (Tito 2:4-5) ou é desconhecido ou ignorado. Pessoas com a mentalidade feminista consideram algo indigno que uma mulher fique em casa e limite suas atividades à esfera do lar e da família. Uma carreira profissional é considerada mais conveniente e significante para as esposas e mães de hoje.

5. A norma bíblica da mulher como cuidadora de suas crianças foi substituída pelo ideal feminista de uma mãe que trabalha fora e deixa seus filhos na creche para que ela possa cuidar de outros assuntos importantes.

A responsabilidade do papel da mãe é vista em termos muito diferentes do que no passado. O chamado bíblico para a mãe estar com suas crianças, amá-las, treiná-las, ensiná-las, e protegê-las (1 Tim. 2:15; 5:14) é rejeitado pela visão feminista de uma mulher que foi libertada de tais limitações sobre sua individualidade e realização própria.

6. A ideia de que uma família grande é uma “bênção” é rejeitada por uma noção de que uma família pequena de um ou dois filhos (e para alguns, nenhum filho) é muito melhor.

O conceito de “planejamento familiar” objetivando reduzir o número de crianças num lar é defendido por quase todos. O ensino bíblico de que uma família grande é sinal de bênçãos e da soberania de Deus (Salmo 127; 128) é ignorado por famílias modernas, até mesmo aquelas se proclamam como cristãs. A visão feminista que nós determinamos o número de crianças que nós teremos, e que nós somos soberanos sobre esse assunto é agora aceita sem questionamento. E é claro, essa suposta soberania humana sobre a vida e o nascimento leva à justificação do aborto, que é o maior controle de natalidade de todos.

Sim, a feminização da família foi estabelecida no Ocidente! O conceito cristão de família foi substituído pela ideia feminista de família: o divórcio fácil substituiu a visão pactual do casamento; o igualitarismo substituiu a liderança masculina; o homem e a mulher como provedores em parceria substituiu o homem como provedor; a esposa e mãe que trabalha fora do lar substituiu a mulher como dona do lar; a mãe como uma empregada profissional substituiu a mãe como cuidadora de suas crianças; “planejamento familiar” e “controle de natalidade” substituíram a grande família.

Dois fatores contribuíram significantemente para o sucesso do feminismo na subversão da estrutura e prática familiar que é baseada na Bíblia.

O primeiro fator é a covardia dos homens; sim, até mesmo homens cristãos. Até certo ponto é compreensível (mesmo assim vergonhoso) que homens não-cristãos se acovardassem diante das feministas e seus ataques contra eles e a família tradicional. Mas que homens cristãos, que têm a Palavra de Deus, igualmente tenham se rendido é realmente lamentável. Deus chamou o homens para defenderam a Sua verdade no mundo e viverem Seus preceitos. Mas uma olhada no lar evangélico cristão comum revelará que até mesmos eles foram em grande parte feminizados. Feministas radicais e anticristãs transformaram nossos lares, e os homens cristãos quase não fizeram objeção a isso, nem disputaram por esse santo território, que é o padrão familiar bíblico. Além disso, maridos e pais cristãos também demonstraram covardia ao serem incapazes de liderar e assumir a responsabilidade que Deus entregou a eles. Eles estiveram mais que dispostos a abrir mão da carga total de liderança e provisão para suas famílias; eles estiveram mais que alegres de compartilhar (ou despejar) essas cargas com (ou sobre) suas esposas. A família foi feminizada porque homens cristãos abandonaram seus postos.

O segundo fator é o silêncio e a passividade da igreja. A feminização da família ocorreu em boa parte porque a igreja na maior parte do tempo esteve em silêncio sobre a questão. A igreja não resistiu os ataques feministas com a espada da Palavra de Deus. Ao invés disso, e vergonhosamente, a igreja abandonou seu posto diante da investida feminista, e na verdade até absorveu várias ideias feministas. A igreja vem sendo cúmplice ao ensinar coisas como um casamento igualitário, “planejamento familiar”, e por apoiar a ideia de mulheres profissionais e mães trabalhando fora. Muito da culpa deve ser depositada aos pés de pastores e anciãos que ou foram enganados ou se acovardaram de pregar ou se posicionar pela verdade concernente à família como Deus a revelou na Sua Santa Palavra. Feministas tem sido bem sucedidas em alterar a família porque a igreja falhou em viver e ensinar a doutrina bíblica positiva sobre a família e não expôs, denunciou, e respondeu as mentiras das feministas.

Qual deve ser a nossa resposta como cristãos diante da feminização da família? Nossa resposta começa com o reconhecimento de que isso aconteceu. Negar o fato não nos fará bem algum. Então, devemos assumir a tarefa de “desfeminização” da família e da “recristianização” da família. Essa tarefa é o dever de cada família cristã individualmente; mas é principalmente o dever de maridos e pais cristãos que foram escolhidos por Deus como líderes de seu lar. Homens devem liderar através de preceitos e exemplos na erradicação de todos os aspectos da influência feminista da vida e estrutura de suas famílias, e a restaurar segundo o padrão bíblico. Homens devem ser homens e tomar sobre si a carga total da responsabilidade confiada a eles por Deus. Homens devem parar de se intimidar com a retórica feminista e devem promover a ordem de Deus em suas famílias sem receio.

A tarefa de reconstrução da família de acordo com a Palavra de Deus também faz necessário que a igreja ensine fielmente o que a Bíblia diz sobre a família, e em muitos casos, a alterarem a estrutura de suas igrejas e ministérios (que também foram feminizados) para fortalecerem a família em vez de miná-la. Faz-se necessário que pastores e anciãos respeitam a instituição pactual da família, e parem de entregar o senhorio de suas famílias, e parem de perseguir aqueles homens que buscam uma “desfeminização” das suas próprias famílias. Faz-se necessário que pastores e anciãos sejam um exemplo para o rebanho na “desfeminização” das suas próprias famílias. E faz-se necessário que professores e pregadores com a coragem e a convicção de João Knox e João Calvino exponham as mentiras venenosas do dogma feminista e declararem e defendam o padrão bíblico para a família desde o púlpito.

1. Citado por Michael Levin em Feminism and Freedom (Feminismo e Liberdade) (New Brunswick, 1988), p. 19.

2. Idem.

3. Idem.

4. Nicholas Davidson, “Prefácio,” em Gender Sanity (Sanidade de Gênero), ed. Nicholas Davidson (New York, 1989), p. vi.

5. Citado por Rita Kramer em “The Establishment of Feminism,” (Estabelecendo o Feminismo) Gender Sanity (Sanidade de Gênero), p. 12 (ênfase acrescentada).

6. Levin, Feminism and Freedom (Feminismo e Liberdade), p. 277.

 

sábado, 27 de agosto de 2011

Movimento cristão pela virgindade lidera Twitter


      http://adalagoas.com.br/blogs/?vArea=&vCod=20 em 05 de julho de 2011

O movimento pró-matrimônio e pela virgindade antes até o casamento “Eu Escolhi Esperar” está cada vez mais difuso nas redes sociais. Quando conectei minha senha no Twitter, na manhã desta terça-feira (5), tive a grata surpresa de observar que o tema “#escolhiesperaremdeus” liderava nos posts dos twitteiros de plantão.

E os comentários eram os mais diferentes possíveis para este tema: “Quando #escolhiesperaremDeus, fiquei esperando, quando #escolhichamarporDeus, Ele veio me ajudar. Quem sabe faz a hora, não espera acontecer”, foi o que disse Lina Mendes.
Já o baterista Ályson Ladislau escreveu: “Deus não escolhe os Capacitados. Deus Capacita os escolhidos! Por isso eu #escolhiEsperaremDeus e caminhar em sua direção, renegando o mundo”.
E muitos outros twetts foram postados com este tema, notabilizando este assunto entre os mais comentados da manhã.
O movimento “Eu Escolhi Esperar” se trata de uma ONG sediada em Vitória/ES e tem caráter ministerial. Não é uma congregação local, não oferece pastoreio e não tem fins políticos ou denominacionais. Visa cooperar com o Corpo de Cristo na cidade colaborando com as ações estratégicas que o Espírito Santo tem dado a igreja na cidade em nossos dias. Ele é formado por um grupo de pastores, de diferentes congregações e conta com o apoio de diversos pastores, igrejas e ministérios na nossa cidade.
Eles divulgaram que pretendem “fortalecer, encorajar, apoiar e dar suporte aqueles que abraçaram a vontade de Deus para suas vidas e decidiram “esperar no Senhor” o tempo certo, a pessoa certa e a forma certa para os relacionamentos. Visa ainda promover a cultura do Reino de Deus para os relacionamentos, principalmente entre os solteiros. Desconstruindo sofismas e restabelecendo os valores bíblicos para os filhos de Deus.
Dizem ainda que “Eu Escolhi Esperar“ é muito mais que um movimento pró-castidade. Eles dizem que ampliam o assunto além da virgindade. Trata a importância de se viver uma vida sexual e emocional de forma pura e santa. O movimento acredita que assim a virgindade deixa der ser o foco e torna-se a consequência na vida daqueles que buscam santidade

Psicóloga cristã desvenda os manipuladores do Evangelho em livro - 26 de julho de 2011 às 02h40


Livro foi lançado recentemente na Expocristo
Livro foi lançado recentemente na Expocristo
É o terceiro trabalho de Marisa Lobo
Marisa Lobo, cristã, psicóloga, pós-graduada em saúde mental, especialista em transtornos psicológicos e idealizadora da Expocristo, acaba de lançar seu terceiro livro: Psicopatas da Fé. Prefaciado pelo senador Magno Malta, a obra trata a situação real degradante de muitos líderes espirituais de igrejas que se denominam cristãs, pastores, padres, homens que usam seu pseudo poder espiritual para sub-julgarem seus membros, usam seu poder de manipulação, com ameaças espirituais, para manterem sob sua vigilância seus seguidores, mantendo-os sob regime de escravidão espiritual, impedindo seu crescimento, pois crescer significa estar em conhecimento acima deles, ou simplesmente reconhecer que muito do que dizem é puro embuste engano é manipulação do evangelho de Jesus que não poderia de forma alguma ser mudado. Homens que não são cristãos más que usam a fé de muitos para aplicarem golpes, pequenos, médios, grandes e se escondem atrás de um título que muitas vezes foi adquirida ilicitamente e ou com manipulação da própria liderança.
Para Marisa, os escândalos que acompanhamos ultimamente entre os líderes evangélicos é uma prova concreta da manipulação perigosa e demoníaca. “O que presenciamos atualmente é uma tentativa de manipular a inteligência humana e divina, pois Deus nunca escondeu os escândalos cometidos pelos seus profetas, pelos seus escolhidos e muito menos deixou passar impunes seus erros. Deus nunca foi omisso, e a omissão é uma forma de “psicopatia eclesiástica”, uma forma de manipulação da palavra de Deus. Se é vontade de Deus, é justo, é bom agradável é ético, se contra a vontade de Deus causa escândalo, fere, oprime, traumatiza, e deve ser revelado”, explica.
Lançado e distribuído pela Editora Asas, Psicopatas da Fé tem a proposta de chamar a atenção para fatos que realmente estão acontecendo no meio evangélico abordando, tanto o lado emocional como o caráter de alguns líderes que se dizem ungidos e cristãos. “Não podemos mais nos omitir, colocar a sujeira embaixo do tapete. O mal só pode triunfar se os homens de bem cruzarem os braços, se os verdadeiros profetas se manifestarem a favor dos líderes de boa índole e da transparência em suas igrejas e lutar pela prática incondicional da Ética Cristã e contra os desmandos dos falsos profetas que sempre existiram, e continuam a existir (o que nos causa pesar) poderemos enfim continuar a sonhar com um mundo justo, com verdade sem hipocrisia como é o evangelho de Jesus Cristo”, finaliza a autora.