quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Reflexões sobre a família "A feminização da família"

Ultimamente venho me questionando e pesquisando sobre os porquês da deterioração da família. Os grupos exóticos, como os emos, os homossexuais e outros, que existem em nossa sociedade, são sem dúvida, resultado desta deterioração. O lugar que deveria servir de apoio, carinho, aceitação, afirmação e etc., tem se tornado um "ninho vazio", pois os pais, correm de um lado para outro, em busca de "estabilidade financeira" para manter um "status sonhado" por cada um, restando os filhos, entregues a si e ao acaso.  Lendo Tito, cap 2, encontrei algumas respostas para minhas indagações e o texto a seguir traz uma visão cristã da situação. 

A feminização da família

Por: William O. Einwechter /Postado em:http://juliosevero.blogspot.com


O feminismo é um movimento radical. Como tal, ele atinge até as raízes do relacionamento entre homem e mulher, e busca alterar a estrutura social e institucional, que é percebida como conflitante com as ideias e objetivos do feminismo. Janet Richards declara que “O feminismo é em sua natureza radical... nós protestamos primeiramente contra as instituições sociais... se considerarmos o passado não há dúvida de que toda a estrutura social foi planejada para manter a mulher inteiramente sob a dominação do homem.”[1] Sendo uma ideologia radical, o objetivo do feminismo é a revolução. Gloria Steinem fala pelas feministas quando diz: “Pregamos uma revolução, não apenas uma reforma. É uma mudança mais profunda que qualquer outra.”[2] As feministas querem criar uma “nova sociedade” onde as condições restritivas sociais do passado sejam para sempre removidas.[3] Quão bem sucedidas as feministas foram em promover sua agenda de revolução social? Davidson diz: “Hoje, o feminismo é a ideologia de gênero da nossa sociedade. Desde as universidades até as escolas públicas, da mídia até as Forças Armadas, o feminismo decide as questões, determina os termos do debate, e intimida oponentes em potencial ao ponto de fazer com que todos fiquem em silêncio absoluto.”[4]

A instituição social que o feminismo tem mirado como uma das mais opressivas a mulher é a família tradicional. Por “família tradicional” queremos dizer a estrutura familiar desenvolvida na sociedade Ocidental, sob a influência direta do Cristianismo e a Bíblia. Na família tradicional, o homem é o cabeça do lar e o responsável por prover as coisas necessárias para o sustento da vida. A mulher é a “mantenedora do lar”, e sua principal responsabilidade é o cuidado com as crianças. A família tradicional assim definida é de acordo com o plano bíblico para o lar. As feministas odeiam a família que é padronizada de acordo com a Palavra de Deus porque é contrária a tudo que aceitam como verdade. Portanto, seu objetivo é a destruição total da família tradicional. A feminista Roxanne Deunbar disse claramente: “Em última análise, queremos destruir os três pilares da sociedade de classes e castas — a família, a propriedade privada, e o estado.”[5] As feministas buscam subverter a família tradicional, e no seu lugar almejam uma instituição social radicalmente diferente que seja moldada segundo o dogma feminista.

Quando consideramos a natureza radical do feminismo e da sua agenda para subverter a família que é estruturada segundo o modelo bíblico, seria sábio parar um pouco e refletir o quão bem sucedidas as feministas têm sido em remodelar a família de acordo com o seu próprio desígnio. O fato é que na sociedade ocidental o feminismo tem sido enormemente bem sucedido em destruir a família tradicional. A feminização da família já foi estabelecida! Por “feminização da família” queremos dizer o moldar da família de acordo com as crenças e objetivos do feminismo. Essa feminização ocorreu nos últimos trinta anos e com pouca oposição dos homens. Os homens sumiram amedrontados com as acusações feministas de sexismo, repressão, tirania e exploração, como um covarde fugiria diante de acusações de determinado inimigo em campo de batalha. Nada parece ter aterrorizado tanto os homens do que penetrantes e irados olhares e palavras das militantes feministas.

Agora, quando dizemos que a feminização da família já foi estabelecida, não queremos dizer que as feministas alcançaram totalmente seus objetivos em relação à família. Queremos dizer, no entanto, que uma revolução na vida da família por influência feminista e de acordo com a ideologia feminista já foi estabelecida na sociedade ocidental. Hoje, a instituição social da família está mais alinhada com a visão de Betty Friedan do que com os ensinamentos do apóstolo Paulo. Isso representa um triunfo (pelo menos parcial) da visão radical feminista de revolução social.

A feminização da família é observada em pelo menos seis áreas:

1. O casamento foi desestabilizado, e o divórcio está em crescimento.

A “demonização” feminista do casamento fez do divórcio algo “socialmente e psicologicamente aceitável, através da ideia de que é uma possível solução para uma instituição defeituosa e já em seu leito de morte.”[6] O ensinamento bíblico de que o casamento é uma instituição divina e pactual que une homem e mulher para o resto da vida através de um voto sagrado (Gen. 2:18-24; Mat. 19:3-9) foi repudiado pela sociedade moderna. O conceito bíblico foi substituído pela noção de que o casamento é uma mera instituição humana, e por isso imperfeita, e que o divórcio é uma forma aceitável de lidar com qualquer problema associado ao casamento.

2. A liderança masculina na família foi substituída por uma organização  “igualitária” onde marido e esposa “compartilham” as responsabilidades da liderança na família.

A ideia bíblica de que o homem é o cabeça da família (1 Cor. 11:3-12; Ef. 5:22-23) e senhor do seu lar (1 Pe. 3:5-6) é considerada pelas feministas algo tirânico e bárbaro, um vestígio do homem primitivo e sua habilidade de dominar fisicamente sua parceira. Nos nossos dias, a esmagadora maioria de tanto de homens quanto mulheres zombam da noção de que a esposa deve se submeter à autoridade do marido.

3. O papel do homem como provedor foi rejeitado, e introduzido um novo modelo de responsabilidade econômica compartilhada.

A visão da nossa era é que a mulher não tem menor responsabilidade do que o homem no dever de prover as necessidades financeiras da família. As feministas creem que o ensinamento bíblico de que o homem é o provedor da família (1 Tim. 5:9) é parte de uma conspiração masculina para manter as mulheres sob seu domínio por meio de medidas que as tornem economicamente dependentes dos homens.

4. A mulher como uma dona do lar de tempo integral é zombada, e a mulher que trabalha fora buscando realização e independência é agora a norma cultural.

O mandamento bíblico para que a mulher seja “dona do lar” (Tito 2:4-5) ou é desconhecido ou ignorado. Pessoas com a mentalidade feminista consideram algo indigno que uma mulher fique em casa e limite suas atividades à esfera do lar e da família. Uma carreira profissional é considerada mais conveniente e significante para as esposas e mães de hoje.

5. A norma bíblica da mulher como cuidadora de suas crianças foi substituída pelo ideal feminista de uma mãe que trabalha fora e deixa seus filhos na creche para que ela possa cuidar de outros assuntos importantes.

A responsabilidade do papel da mãe é vista em termos muito diferentes do que no passado. O chamado bíblico para a mãe estar com suas crianças, amá-las, treiná-las, ensiná-las, e protegê-las (1 Tim. 2:15; 5:14) é rejeitado pela visão feminista de uma mulher que foi libertada de tais limitações sobre sua individualidade e realização própria.

6. A ideia de que uma família grande é uma “bênção” é rejeitada por uma noção de que uma família pequena de um ou dois filhos (e para alguns, nenhum filho) é muito melhor.

O conceito de “planejamento familiar” objetivando reduzir o número de crianças num lar é defendido por quase todos. O ensino bíblico de que uma família grande é sinal de bênçãos e da soberania de Deus (Salmo 127; 128) é ignorado por famílias modernas, até mesmo aquelas se proclamam como cristãs. A visão feminista que nós determinamos o número de crianças que nós teremos, e que nós somos soberanos sobre esse assunto é agora aceita sem questionamento. E é claro, essa suposta soberania humana sobre a vida e o nascimento leva à justificação do aborto, que é o maior controle de natalidade de todos.

Sim, a feminização da família foi estabelecida no Ocidente! O conceito cristão de família foi substituído pela ideia feminista de família: o divórcio fácil substituiu a visão pactual do casamento; o igualitarismo substituiu a liderança masculina; o homem e a mulher como provedores em parceria substituiu o homem como provedor; a esposa e mãe que trabalha fora do lar substituiu a mulher como dona do lar; a mãe como uma empregada profissional substituiu a mãe como cuidadora de suas crianças; “planejamento familiar” e “controle de natalidade” substituíram a grande família.

Dois fatores contribuíram significantemente para o sucesso do feminismo na subversão da estrutura e prática familiar que é baseada na Bíblia.

O primeiro fator é a covardia dos homens; sim, até mesmo homens cristãos. Até certo ponto é compreensível (mesmo assim vergonhoso) que homens não-cristãos se acovardassem diante das feministas e seus ataques contra eles e a família tradicional. Mas que homens cristãos, que têm a Palavra de Deus, igualmente tenham se rendido é realmente lamentável. Deus chamou o homens para defenderam a Sua verdade no mundo e viverem Seus preceitos. Mas uma olhada no lar evangélico cristão comum revelará que até mesmos eles foram em grande parte feminizados. Feministas radicais e anticristãs transformaram nossos lares, e os homens cristãos quase não fizeram objeção a isso, nem disputaram por esse santo território, que é o padrão familiar bíblico. Além disso, maridos e pais cristãos também demonstraram covardia ao serem incapazes de liderar e assumir a responsabilidade que Deus entregou a eles. Eles estiveram mais que dispostos a abrir mão da carga total de liderança e provisão para suas famílias; eles estiveram mais que alegres de compartilhar (ou despejar) essas cargas com (ou sobre) suas esposas. A família foi feminizada porque homens cristãos abandonaram seus postos.

O segundo fator é o silêncio e a passividade da igreja. A feminização da família ocorreu em boa parte porque a igreja na maior parte do tempo esteve em silêncio sobre a questão. A igreja não resistiu os ataques feministas com a espada da Palavra de Deus. Ao invés disso, e vergonhosamente, a igreja abandonou seu posto diante da investida feminista, e na verdade até absorveu várias ideias feministas. A igreja vem sendo cúmplice ao ensinar coisas como um casamento igualitário, “planejamento familiar”, e por apoiar a ideia de mulheres profissionais e mães trabalhando fora. Muito da culpa deve ser depositada aos pés de pastores e anciãos que ou foram enganados ou se acovardaram de pregar ou se posicionar pela verdade concernente à família como Deus a revelou na Sua Santa Palavra. Feministas tem sido bem sucedidas em alterar a família porque a igreja falhou em viver e ensinar a doutrina bíblica positiva sobre a família e não expôs, denunciou, e respondeu as mentiras das feministas.

Qual deve ser a nossa resposta como cristãos diante da feminização da família? Nossa resposta começa com o reconhecimento de que isso aconteceu. Negar o fato não nos fará bem algum. Então, devemos assumir a tarefa de “desfeminização” da família e da “recristianização” da família. Essa tarefa é o dever de cada família cristã individualmente; mas é principalmente o dever de maridos e pais cristãos que foram escolhidos por Deus como líderes de seu lar. Homens devem liderar através de preceitos e exemplos na erradicação de todos os aspectos da influência feminista da vida e estrutura de suas famílias, e a restaurar segundo o padrão bíblico. Homens devem ser homens e tomar sobre si a carga total da responsabilidade confiada a eles por Deus. Homens devem parar de se intimidar com a retórica feminista e devem promover a ordem de Deus em suas famílias sem receio.

A tarefa de reconstrução da família de acordo com a Palavra de Deus também faz necessário que a igreja ensine fielmente o que a Bíblia diz sobre a família, e em muitos casos, a alterarem a estrutura de suas igrejas e ministérios (que também foram feminizados) para fortalecerem a família em vez de miná-la. Faz-se necessário que pastores e anciãos respeitam a instituição pactual da família, e parem de entregar o senhorio de suas famílias, e parem de perseguir aqueles homens que buscam uma “desfeminização” das suas próprias famílias. Faz-se necessário que pastores e anciãos sejam um exemplo para o rebanho na “desfeminização” das suas próprias famílias. E faz-se necessário que professores e pregadores com a coragem e a convicção de João Knox e João Calvino exponham as mentiras venenosas do dogma feminista e declararem e defendam o padrão bíblico para a família desde o púlpito.

1. Citado por Michael Levin em Feminism and Freedom (Feminismo e Liberdade) (New Brunswick, 1988), p. 19.

2. Idem.

3. Idem.

4. Nicholas Davidson, “Prefácio,” em Gender Sanity (Sanidade de Gênero), ed. Nicholas Davidson (New York, 1989), p. vi.

5. Citado por Rita Kramer em “The Establishment of Feminism,” (Estabelecendo o Feminismo) Gender Sanity (Sanidade de Gênero), p. 12 (ênfase acrescentada).

6. Levin, Feminism and Freedom (Feminismo e Liberdade), p. 277.

 

sábado, 27 de agosto de 2011

Movimento cristão pela virgindade lidera Twitter


      http://adalagoas.com.br/blogs/?vArea=&vCod=20 em 05 de julho de 2011

O movimento pró-matrimônio e pela virgindade antes até o casamento “Eu Escolhi Esperar” está cada vez mais difuso nas redes sociais. Quando conectei minha senha no Twitter, na manhã desta terça-feira (5), tive a grata surpresa de observar que o tema “#escolhiesperaremdeus” liderava nos posts dos twitteiros de plantão.

E os comentários eram os mais diferentes possíveis para este tema: “Quando #escolhiesperaremDeus, fiquei esperando, quando #escolhichamarporDeus, Ele veio me ajudar. Quem sabe faz a hora, não espera acontecer”, foi o que disse Lina Mendes.
Já o baterista Ályson Ladislau escreveu: “Deus não escolhe os Capacitados. Deus Capacita os escolhidos! Por isso eu #escolhiEsperaremDeus e caminhar em sua direção, renegando o mundo”.
E muitos outros twetts foram postados com este tema, notabilizando este assunto entre os mais comentados da manhã.
O movimento “Eu Escolhi Esperar” se trata de uma ONG sediada em Vitória/ES e tem caráter ministerial. Não é uma congregação local, não oferece pastoreio e não tem fins políticos ou denominacionais. Visa cooperar com o Corpo de Cristo na cidade colaborando com as ações estratégicas que o Espírito Santo tem dado a igreja na cidade em nossos dias. Ele é formado por um grupo de pastores, de diferentes congregações e conta com o apoio de diversos pastores, igrejas e ministérios na nossa cidade.
Eles divulgaram que pretendem “fortalecer, encorajar, apoiar e dar suporte aqueles que abraçaram a vontade de Deus para suas vidas e decidiram “esperar no Senhor” o tempo certo, a pessoa certa e a forma certa para os relacionamentos. Visa ainda promover a cultura do Reino de Deus para os relacionamentos, principalmente entre os solteiros. Desconstruindo sofismas e restabelecendo os valores bíblicos para os filhos de Deus.
Dizem ainda que “Eu Escolhi Esperar“ é muito mais que um movimento pró-castidade. Eles dizem que ampliam o assunto além da virgindade. Trata a importância de se viver uma vida sexual e emocional de forma pura e santa. O movimento acredita que assim a virgindade deixa der ser o foco e torna-se a consequência na vida daqueles que buscam santidade

Psicóloga cristã desvenda os manipuladores do Evangelho em livro - 26 de julho de 2011 às 02h40


Livro foi lançado recentemente na Expocristo
Livro foi lançado recentemente na Expocristo
É o terceiro trabalho de Marisa Lobo
Marisa Lobo, cristã, psicóloga, pós-graduada em saúde mental, especialista em transtornos psicológicos e idealizadora da Expocristo, acaba de lançar seu terceiro livro: Psicopatas da Fé. Prefaciado pelo senador Magno Malta, a obra trata a situação real degradante de muitos líderes espirituais de igrejas que se denominam cristãs, pastores, padres, homens que usam seu pseudo poder espiritual para sub-julgarem seus membros, usam seu poder de manipulação, com ameaças espirituais, para manterem sob sua vigilância seus seguidores, mantendo-os sob regime de escravidão espiritual, impedindo seu crescimento, pois crescer significa estar em conhecimento acima deles, ou simplesmente reconhecer que muito do que dizem é puro embuste engano é manipulação do evangelho de Jesus que não poderia de forma alguma ser mudado. Homens que não são cristãos más que usam a fé de muitos para aplicarem golpes, pequenos, médios, grandes e se escondem atrás de um título que muitas vezes foi adquirida ilicitamente e ou com manipulação da própria liderança.
Para Marisa, os escândalos que acompanhamos ultimamente entre os líderes evangélicos é uma prova concreta da manipulação perigosa e demoníaca. “O que presenciamos atualmente é uma tentativa de manipular a inteligência humana e divina, pois Deus nunca escondeu os escândalos cometidos pelos seus profetas, pelos seus escolhidos e muito menos deixou passar impunes seus erros. Deus nunca foi omisso, e a omissão é uma forma de “psicopatia eclesiástica”, uma forma de manipulação da palavra de Deus. Se é vontade de Deus, é justo, é bom agradável é ético, se contra a vontade de Deus causa escândalo, fere, oprime, traumatiza, e deve ser revelado”, explica.
Lançado e distribuído pela Editora Asas, Psicopatas da Fé tem a proposta de chamar a atenção para fatos que realmente estão acontecendo no meio evangélico abordando, tanto o lado emocional como o caráter de alguns líderes que se dizem ungidos e cristãos. “Não podemos mais nos omitir, colocar a sujeira embaixo do tapete. O mal só pode triunfar se os homens de bem cruzarem os braços, se os verdadeiros profetas se manifestarem a favor dos líderes de boa índole e da transparência em suas igrejas e lutar pela prática incondicional da Ética Cristã e contra os desmandos dos falsos profetas que sempre existiram, e continuam a existir (o que nos causa pesar) poderemos enfim continuar a sonhar com um mundo justo, com verdade sem hipocrisia como é o evangelho de Jesus Cristo”, finaliza a autora.

Mulher, alvo da violência - por Elízia Araújo, em 21 de julho de 2010

Este texto nos leva a refletir sobre a violência generalizada, mais especificamente no seio da família, onde todos os comportamentos tem sua origem. O ser humano, criado imagem e semelhança de Deus, tem a cada dia tentado se emancipar de seu criador, como um filho rebelde que se distancia do pai, abandonando todos os princípios aprendidos dentro do lar. Elizelda Araújo

O caso de Eliza Samudio nos faz refletir qual a causa de tanta violência e crueldade? O que leva alguém a agir desta forma? Qual o motivo de tantas atitudes desumanas? Um emaranhado de incógnitas surge diante de tal fato: família, fama, dinheiro, conflitos, violência, vingança, morte. Outra vez, nós brasileiros, estamos diante de mais um ato de violência contra a mulher, com repercussão nos jornais nacionais e internacionais. Além de notícias de pedofilia, tráfico de drogas, corrupção política ou enchentes, surge um fato que chocou os próprios policiais que lutam diariamente para desvendar fatos misteriosos e levar ao banco dos réus o culpado culminando num veredito final.
Neste fato podemos destacar três personagens principais:
- Bruno, menino de origem pobre, abandonado pelos pais, que se destaca no futebol e consegue galgar a fama, tornando-se um ídolo, como muitos outros que saíram da periferia para as áreas nobres das grandes cidades. Adquire bens materiais, mansões, carros importados, amigos, dinheiro, mulheres, e imerso em tantos bens, não consegue administrá-los ou mesmo investir em algo que o dignificasse ou viesse a amenizar a situação do próximo.

- Eliza Samudio, resultado de uma família desestruturada, pais separados, sem relacionamento, não mostrando interesse durante a gestação da filha que não continuou na residência do pai e tampouco procurou a mãe que, segundo informações nos telejornais, havia seis anos que as duas não tinham contato, procurou abrigo na casa de uma amiga onde encontrou apoio moral, colo e atenção.

- A criança, o início e o fim de todo esse fato macabro! O filho é a peça central de todo esse quebra-cabeça, a causa, "o culpado". Se não houvesse a gravidez, nada disso teria acontecido! Ou teria? Tudo girou em torno da luta pelo "reconhecimento da paternidade". Quem sabe o desejo de Eliza era dar ao filho uma paternidade digna, reconhecimento, que ela nunca teve e de todas as formas buscava esse reconhecimento pessoal, essa paternidade, no glamour das passarelas do mundo fashion, ou indiretamente, nos aplausos enlouquecidos e histéricos dos torcedores nas arquibancadas dos mega estádios gritando o nome de um ídolo de futebol. A criança surgiu no contexto social de um mundo capitalista, onde se é valorizado pelos bens materiais e não pelo que o indivíduo é. Onde o lucro é o troféu erguido no pódio, a despeito dos derrotados, dos que sofrem, passam fome, abandono, abuso sexual, sem-teto, sem-amor, sem-escola, sem tudo. Os desfavorecidos, que se encontram à margem da sociedade, sem expectativa de vida, vítimas de crimes hediondos, abuso, exploração. Fatos que estremecem nossa estrutura e joga o Brasil de goleada na mídia internacional. Que importa?

Assim, persiste em nossa mente a pergunta? Por que tudo isso? Por que tanto ódio, tanta crueldade? Vocábulos como; desossar, concretar, esquartejar, até então, quase desconhecidos ou pouco utilizados na nossa língua portuguesa, referindo-se a atos praticados contra o ser humano. 
A mulher e a sua semente, a criança, tem sido as maiores vítimas da violência. Qual a origem de tanto ódio contra esses dois seres que simbolizam tanta ternura? Reportando-nos ao início da raça humana, percebe-se que a mulher se destacou na contribuição da história da redenção, conforme Gênesis 3.15 "E porei inimizade entre ti (a serpente) e a mulher e entre a tua semente (Satanás) e a sua semente (Jesus); esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar". ARC., Ainda em Isaías 7.14, Deus promete que Cristo nasceria de uma mulher; "Portanto, o mesmo Senhor vos dará um sinal: eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel". Em Mateus 1.22-23, dá-se o cumprimento dessa profecia: "Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta, que diz:, Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de EMANUEL". (Que traduzido é: Deus conosco). A mulher trouxe uma criança-Rei ao mundo que abalou a estrutura do "império do mau", para reconciliar o homem à Deus, como diz 2 Coríntios 5.19; "Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados, e pôs em nós a palavra da reconciliação".
No Livro "Uma criança os guiará" numa entrevista com Ariovaldo Ramos, ele diz que Satanás tem feito da mulher o alvo de sua vingança: 
Conquistou os homens, para se transformarem no terror das mulheres em todas as raças e culturas, e até mesmo dentro do cristianismo. Agem assim sem entender que é nelas que está a esperança. Enquanto Deus mantiver a fertilidade feminina, haverá esperança para a humanidade. 
Uma criança vai ressurgir e nos libertar. Todas as vezes que vemos uma mulher grávida, é como se Deus estivesse dizendo: "Valeu a pena investir na humanidade. Eu ainda mantenho na mulher o espírito da maternidade, o desejo de ser mãe". Enquanto esse desejo resistir nelas, Deus ainda 
investirá na humanidade.
Analisando-se a constante violência contra a mulher do ponto de vista teológico, temos uma resposta para tantas interrogações que não tem encontrado eco. Satanás é o príncipe deste mundo e ele veio para matar roubar e destruir, mas Jesus veio para que pudéssemos ter uma vida plena. Desde a queda do primeiro homem houve uma ruptura no seu relacionamento com o Pai e muitos por falta de conhecimento, buscam preencher esse vazio da paternidade com as glórias efêmeras deste mundo e por mais que obtenham recursos, aquele vazio vai estar sempre lá, porque só Deus pode preenchê-lo.

Portanto, busque o reconhecimento da paternidade divina, ele jamais vai te dizer; não, eu não sou teu Pai e sim "este é o meu filho amado, eu tenho muito prazer nele"! 
Devemos refletir sobre nosso papel, como igreja, diante da violência que permeia a nossa sociedade. O que podemos fazer? Iremos continuar como meros espectadores? A Bíblia diz que nós somos a luz do mundo e o sal da terra. Mas se o mundo está podre, o que está acontecendo? Temos nos colocado diante de Deus como intercessores por um mundo que clama por Salvação? Ou também estamos buscando fama, enquanto o mundo caminha para o abismo?
Sigamos o exemplo de Jeremias: "Embora os nossos pecados nos acusem, age por amor do teu nome, ó Senhor" Jr 14.7, pois como disse Jim Elliot, "Deus ainda está no trono e o homem ainda está no seu estrado, entre os dois há a distância de um joelho".
O caso de Eliza Samudio nos faz refletir qual a causa de tanta violência e crueldade? O que leva alguém a agir desta forma? Qual o motivo de tantas atitudes desumanas? Um emaranhado de incógnitas surge diante de tal fato: família, fama, dinheiro, conflitos, violência, vingança, morte. Outra vez, nós brasileiros, estamos diante de mais um ato de violência contra a mulher, com repercussão nos jornais nacionais e internacionais. Além de notícias de pedofilia, tráfico de drogas, corrupção política ou enchentes, surge um fato que chocou os próprios policiais que lutam diariamente para desvendar fatos misteriosos e levar ao banco dos réus o culpado culminando num veredito final.
Neste fato podemos destacar três personagens principais:
- Bruno, menino de origem pobre, abandonado pelos pais, que se destaca no futebol e consegue galgar a fama, tornando-se um ídolo, como muitos outros que saíram da periferia para as áreas nobres das grandes cidades. Adquire bens materiais, mansões, carros importados, amigos, dinheiro, mulheres, e imerso em tantos bens, não consegue administrá-los ou mesmo investir em algo que o dignificasse ou viesse a amenizar a situação do próximo.

- Eliza Samudio, resultado de uma família desestruturada, pais separados, sem relacionamento, não mostrando interesse durante a gestação da filha que não continuou na residência do pai e tampouco procurou a mãe que, segundo informações nos telejornais, havia seis anos que as duas não tinham contato, procurou abrigo na casa de uma amiga onde encontrou apoio moral, colo e atenção.

- A criança, o início e o fim de todo esse fato macabro! O filho é a peça central de todo esse quebra-cabeça, a causa, "o culpado". Se não houvesse a gravidez, nada disso teria acontecido! Ou teria? Tudo girou em torno da luta pelo "reconhecimento da paternidade". Quem sabe o desejo de Eliza era dar ao filho uma paternidade digna, reconhecimento, que ela nunca teve e de todas as formas buscava esse reconhecimento pessoal, essa paternidade, no glamour das passarelas do mundo fashion, ou indiretamente, nos aplausos enlouquecidos e histéricos dos torcedores nas arquibancadas dos mega estádios gritando o nome de um ídolo de futebol. A criança surgiu no contexto social de um mundo capitalista, onde se é valorizado pelos bens materiais e não pelo que o indivíduo é. Onde o lucro é o troféu erguido no pódio, a despeito dos derrotados, dos que sofrem, passam fome, abandono, abuso sexual, sem-teto, sem-amor, sem-escola, sem tudo. Os desfavorecidos, que se encontram à margem da sociedade, sem expectativa de vida, vítimas de crimes hediondos, abuso, exploração. Fatos que estremecem nossa estrutura e joga o Brasil de goleada na mídia internacional. Que importa?

Assim, persiste em nossa mente a pergunta? Por que tudo isso? Por que tanto ódio, tanta crueldade? Vocábulos como; desossar, concretar, esquartejar, até então, quase desconhecidos ou pouco utilizados na nossa língua portuguesa, referindo-se a atos praticados contra o ser humano. 
A mulher e a sua semente, a criança, tem sido as maiores vítimas da violência. Qual a origem de tanto ódio contra esses dois seres que simbolizam tanta ternura? Reportando-nos ao início da raça humana, percebe-se que a mulher se destacou na contribuição da história da redenção, conforme Gênesis 3.15 "E porei inimizade entre ti (a serpente) e a mulher e entre a tua semente (Satanás) e a sua semente (Jesus); esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar". ARC., Ainda em Isaías 7.14, Deus promete que Cristo nasceria de uma mulher; "Portanto, o mesmo Senhor vos dará um sinal: eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel". Em Mateus 1.22-23, dá-se o cumprimento dessa profecia: "Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta, que diz:, Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de EMANUEL". (Que traduzido é: Deus conosco). A mulher trouxe uma criança-Rei ao mundo que abalou a estrutura do "império do mau", para reconciliar o homem à Deus, como diz 2 Coríntios 5.19; "Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados, e pôs em nós a palavra da reconciliação".
No Livro "Uma criança os guiará" numa entrevista com Ariovaldo Ramos, ele diz que Satanás tem feito da mulher o alvo de sua vingança: 
Conquistou os homens, para se transformarem no terror das mulheres em todas as raças e culturas, e até mesmo dentro do cristianismo. Agem assim sem entender que é nelas que está a esperança. Enquanto Deus mantiver a fertilidade feminina, haverá esperança para a humanidade. 
Uma criança vai ressurgir e nos libertar. Todas as vezes que vemos uma mulher grávida, é como se Deus estivesse dizendo: "Valeu a pena investir na humanidade. Eu ainda mantenho na mulher o espírito da maternidade, o desejo de ser mãe". Enquanto esse desejo resistir nelas, Deus ainda 
investirá na humanidade.
Analisando-se a constante violência contra a mulher do ponto de vista teológico, temos uma resposta para tantas interrogações que não tem encontrado eco. Satanás é o príncipe deste mundo e ele veio para matar roubar e destruir, mas Jesus veio para que pudéssemos ter uma vida plena. Desde a queda do primeiro homem houve uma ruptura no seu relacionamento com o Pai e muitos por falta de conhecimento, buscam preencher esse vazio da paternidade com as glórias efêmeras deste mundo e por mais que obtenham recursos, aquele vazio vai estar sempre lá, porque só Deus pode preenchê-lo.

Portanto, busque o reconhecimento da paternidade divina, ele jamais vai te dizer; não, eu não sou teu Pai e sim "este é o meu filho amado, eu tenho muito prazer nele"! 
Devemos refletir sobre nosso papel, como igreja, diante da violência que permeia a nossa sociedade. O que podemos fazer? Iremos continuar como meros espectadores? A Bíblia diz que nós somos a luz do mundo e o sal da terra. Mas se o mundo está podre, o que está acontecendo? Temos nos colocado diante de Deus como intercessores por um mundo que clama por Salvação? Ou também estamos buscando fama, enquanto o mundo caminha para o abismo?
Sigamos o exemplo de Jeremias: "Embora os nossos pecados nos acusem, age por amor do teu nome, ó Senhor" Jr 14.7, pois como disse Jim Elliot, "Deus ainda está no trono e o homem ainda está no seu estrado, entre os dois há a distância de um joelho".

sábado, 29 de janeiro de 2011

Li no Yahoo

Sex, 28 Jan, 09h04
RIO - O casamento faz bem para a saúde física e mental de homens e mulheres, mostra um estudo publicado na edição de fevereiro da publicação 'British Medical Journal'. A edição especial de Valentine's Day, o Dia dos Namorados do Hemisfério Norte, que acontece dia 14 de fevereiro, traz diversos estudos que mostram que casar - e não apenas morar junto - traz melhoras significativas para a vida do casal.
Na pesquisa mais significativa, os pesquisadores John e David Gallacher, da Escola de Medicina da Universidade de Cardiff, na Grã-Bretanha, descobriram que pessoas casadas vivem mais e têm uma saúde melhor do que os solteiros ou divorciados.
- Tradicionalmente, já existe a ideia de que o casamento faz bem à saúde. Mas como antigamente praticamente todos os adultos eram casados, ficava difícil comprovar a tese cientificamente. Com o aumento de solteiros nos últimos 30 anos, foi possível fazer estas avaliações. O grupo com a maior longevidade, sem dúvida, é o dos casados - afirma Gallacher.
O estudo avaliou a saúde de mais de um milhão de pessoas em sete países europeus. Os casados, segundo os pesquisadores, vivem cerca de 10% a 15% a mais do que aquelas que vivem sozinhas.
A principal hipótese para explicar esta longevidade seria a de que indivíduos bem ajustados gravitam para o casamento, sugerindo que não é o casamento que aumenta a saúde, mas que os indivíduos que escolhem casar já têm uma saúde melhor antes do matrimônio.
Outra teoria é a de que o casamento melhora a qualidade de vida e a convivência em grupo, já que os parceiros passam a ter mais compromissos em família e, por consequência, um maior apoio psicológico. O fortalecimento dos laços afetivos é especialmente benéfico para os homens, que passam a beber menos e evitam comportamentos de risco.
Mas nem todo relacionamento é bom para a saúde, alertam John e David Gallacher. Adolescentes envolvidos em namoros longos costumam ter mais sintomas depressivos do que seus amigos solteiros, enquanto os homens que se casam antes dos 25 anos não parecem se beneficiar tanto do matrimônio. Já as mulheres se beneficiam mais do casamento se ele acontecer entre os 19 e os 25 anos.
Para os autores da pesquisa, morar junto não é tão bom para a saúde quanto casar. Segundo Gallacher, o estresse da coabitação pode aumentar o risco de diversos problemas de saúde e ainda multiplica as chances do casal se separar após o casamento.
E, embora as crianças possam trazer uma satisfação a longo prazo para o casal, elas costumam trazer desequilíbrio para o relacionamento, principalmente se os parceiros não tiverem maturidade emocional. Os pesquisadores também descobriram que mulheres que trocam de parceiros com frequência ou emendam um relacionamento no outro costumam ter mais distúrbios psicológicos, como os transtornos ansiosos e a depressão. 
Comento: Vale frisar que nem por isto as pessoas devem casar por casar, mas procurar uma pessoa com que tenha afinidade e acima disto... amor mútuo.Elizelda